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Semae esclarece dúvidas de moradores sobre novos hidrômetros
Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012
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Diretor-geral Marcus Melo e o adjunto Dirceu Lorena de Meira receberam os moradores e deram explicações técnicas sobre o funcionamento dos hidrômetros
O diretor-geral do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae), Marcus Melo, e o adjunto Dirceu Lorena de Meira participaram nesta quarta-feira (11/01) de uma reunião sobre a substituição de hidrômetros executada atualmente na cidade. Melo e Dirceu receberam um grupo de moradores e tiraram dúvidas sobre o assunto, além de mostrarem na prática, com a ajuda da bancada de testes da autarquia, o funcionamento dos aparelhos.
“A troca de hidrômetros é feita em todo o país, por todas as companhias de água. Trata-se de um procedimento padrão, em que todos os hidrômetros são aferidos e certificados pelo Inmetro. Com o passar do tempo, os aparelhos perdem a precisão e precisam ser substituídos. Eles não aumentam a conta de ninguém: apenas auxiliam a promover uma cobrança justa, na qual o Semae recebe pelo que fornece e o cidadão paga pelo que consome”, comentou Melo durante a reunião.
O parque de hidrômetros de Mogi das Cruzes possuía uma idade média superior a 20 anos. Com as substituições, esta idade média cairá para 8 a 10 anos. O número ainda é alto, levando-se em conta que empresas como a Sabesp substituem os hidrômetros a cada três anos.
Melo e Meira lembraram que o Semae está à disposição dos cidadãos para tirar dúvidas. É possível, por exemplo, solicitar uma aferição do aparelho para verificar seu funcionamento – este procedimento, muitas vezes, auxilia a identificar vazamentos na rede interna da casa.
Após a reunião, os moradores foram até a bancada de testes do Semae, onde assistiram a um comparativo entre o desempenho dos. Em um mesmo encanamento, são ligados vários aparelhos – novos e antigos, de forma aleatória. A bancada simula as condições de abastecimento de uma residência e permite que o operador regule as vazões de água. Com vazões menores, de até 20 metros cúbicos por hora, os hidrômetros antigos simplesmente não fazem registro de consumo, enquanto os novos realizam a marcação correspondente.
Esta vazão é considerada pequena, mas, em um dia, representa 14,4 mil litros de água por mês. “O desgaste dos hidrômetros compromete o sistema de marcação, como acontece em qualquer equipamento mecânico. Já os aparelhos novos fazem a marcação correta, com precisão”, explica o chefe do Setor de Fiscalização do Semae, César Dulgher. (MAS)
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