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Estações em Jundiapeba e Jardim Aeroporto recebem novas bombas de esgoto

Terça-feira, 22 de Maio de 2012

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Estações em Jundiapeba e Jardim Aeroporto recebem novas bombas de esgoto

Trabalho de substituição de bombas vem ocorrendo desde o ano passado e tem como objetivo modernizar o sistema, com equipamentos mais potentes e econômicos

O Semae substituiu mais três bombas de esgoto, como parte de seu programa de modernização dos equipamentos do setor. A Estação Elevatória Indonésia, em Jundiapeba, recebeu uma nova bomba, enquanto a unidade Tanzânia, no Jardim Aeroporto III, conta com dois equipamentos novos. Com as três substituições, chegam a dez as bombas trocadas pela autarquia desde que o trabalho teve início, no segundo semestre do ano passado.

“Este programa de modernização vai dotar a rede de equipamentos mais potentes e econômicos. Como conseqüência, teremos um sistema com maior capacidade de bombeamento e redução nas contas de energia”, comenta o diretor-geral do Semae, Marcus Melo. O trabalho de substituição de bombas é realizado pelo Setor de Manutenção Eletromecânica do Semae, coordenado pelo engenheiro Claudio Luiz Rodrigues.

No total, o Semae substituirá 25 equipamentos do tipo, com investimento total de R$ 400 mil. Cada nova bomba é 15% mais potente e econômico que a antigo. Como o sistema é interligado, as bombas funcionam em rede e, juntas, potencializam todo o sistema de escoamento de esgoto.

O trabalho de trocas das bombas, porém, é complexo. É necessário fazer uma programação com antecedência, pois a estação precisa ser desligada durante o trabalho. O trabalho inclui a retirada da bomba antiga, a limpeza total da tubulações e a instalação do novo equipamento. A limpeza é realizada com o apoio de um caminhão hidrojato, além de uma equipe especializada de funcionários.

Nas manutenções do tipo, a equipe do Semae normalmente se depara com grande quantidade de lixo no interior das estações. São garrafas plásticas, restos de material de construção, além de muita pedra e areia. Este material sólido compromete a capacidade de bombeamento do sistema, que muitas vezes acaba parando e exigindo manutenção. Quando isso ocorre, normalmente surgem pontos de vazamento nas ruas.

O sistema de bombeamento de esgoto é projetado para suportar até 5% de material sólido, mas, em algumas situações, o material existente na rede acaba superando este índice em até dez vezes. Um pequeno pedaço de madeira, por exemplo, pode parar a bomba instantaneamente. Já materiais como fraldas usadas se enroscam no sistema de bombeamento e também podem comprometê-lo.

Paralelamente ao trabalho de substituição das bombas, o Semae também vem reformando as estações, com manutenções de alvenaria, sistema elétrico e pintura. (MAS)
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