Semae Mogi das Cruzes leva educação ambiental sobre esgotamento sanitário a escolas da rede municipal

Serviço Municipal de Águas e Esgotos

04 de setembro de 2026
Por se tratar de alunos das séries iniciais, na maioria das vezes o trabalho educativo é feito de forma lúdica, como gincanas (Divulgação/Semae)

A Comissão de Educação Ambiental do Semae Mogi das Cruzes concluiu, na quinta-feira (03/09), uma ação educativa sobre esgotamento sanitário com alunos de escolas municipais, dentro da etapa 2026 do programa Educação Ambiental em Saneamento Básico – parceria entre a autarquia e a Secretaria Municipal de Educação, que leva a estudantes conhecimentos sobre uso consciente da água e preservação de recursos naturais, entre outros temas ambientais.

O trabalho foi realizado nas escolas Monteiro Lobato, na Ponte Grande; Centro Municipal de Programas Educacionais (Cempre) Professor José Limongi Sobrinho, no Botujuru, e Henrique Peres, na Vila Industrial.

As aulas de educação ambiental sobre esgoto foram desenvolvidas nos dias 27 de agosto e 3 de setembro, de forma lúdica e interativa, com o objetivo de aproximar as crianças dos conceitos de saneamento básico, tratamento de esgoto e preservação dos recursos hídricos.

“Como forma de explicar as fases do processo, organizamos uma ‘caça’ às etapas da Estação de Tratamento de Esgoto. As informações foram distribuídas em diferentes pontos da área externa das escolas. Organizadas em grupos, as crianças precisavam procurar os materiais escondidos, identificar as fases e, posteriormente, compreender a função de cada uma delas no processo de tratamento de esgoto”, explica a técnica em saneamento Jenifer Clarisse Pereira da Silva, que integra a comissão.

Outra atividade ligada ao sistema de esgoto, dessa vez voltada ao cuidado com o uso da rede coletora, foi uma adaptação da brincadeira “O Chão é Lava”, que ganhou um novo significado: “O Chão é Esgoto”. Na dinâmica, os estudantes precisavam se movimentar pelo espaço sem pisar nas áreas representadas como esgoto, enquanto aprendiam sobre os impactos do descarte inadequado de resíduos, a importância da coleta e do tratamento de esgoto e os cuidados necessários para evitar a poluição dos rios.

“Por meio dessas ações, o Semae busca fortalecer a educação ambiental desde a infância, mostrando que o saneamento básico está diretamente relacionado à saúde, à qualidade de vida e à conservação do meio ambiente”, conclui Jenifer.

Além da técnica em saneamento, também integram a comissão os servidores Juliana Fernandes Machado Calmon de Jesus, Marli de Lima Cardoso, Matheus Mozart, Moises Sales Bento, Penha de Cássia Nogueira de Matos e Raphael Carlos dos Santos, além da estagiária Helena Cristina Torres da Silva.

O programa Educação Ambiental em Saneamento Básico foi criado em 2024, por meio de um modelo-piloto desenvolvido inicialmente na Escola Ambiental de Mogi das Cruzes, em Jundiapeba, mas vem crescendo a cada ano.

Em 2025, passou a ser desenvolvido em duas escolas municipais: Monteiro Lobato e Cempre Professor José Limongi Sobrinho. Em 2026, houve a inclusão da EM Henrique Peres.

O objetivo do projeto é sensibilizar e educar os alunos sobre temas como o ciclo da água e a distribuição da água no planeta, Rio Tietê, poluição, tratamento de água, uso consciente, esgoto doméstico, reuso de água, drenagem e resíduos sólidos.

Por se tratar de alunos das séries iniciais, na maioria das vezes o trabalho educativo é feito de forma lúdica, como gincanas, plantio de árvores, montagem de quebra-cabeças e caça-palavras, entre outras atividades, sempre com a temática ambiental.