Educação encerra ciclo formativo dos profissionais de apoio com vivências no Centro de Paradesporto
Secretaria de Educação
Encerramento proporcionou experiências práticas sobre acessibilidade e inclusão para os participantes



A Secretaria Municipal de Educação, por meio do Departamento de Educação Especial e Inclusiva (DEEI), concluiu nesta segunda-feira (15/12) o ciclo formativo deste ano dos profissionais de apoio que atuam com estudantes público-alvo da Educação Especial na rede municipal de ensino. A última atividade formativa aconteceu no Centro Municipal de Paradesporto Professor Cid Torquato, no Jardim Rodeio.
Participaram da atividade cerca de 280 profissionais de apoio. "O ciclo formativo reforça o nosso compromisso com a inclusão e com a valorização dos nossos servidores. Encerrar o ano com uma vivência prática, fora do ambiente tradicional da escola, amplia o olhar deles e fortalece a construção de uma educação cada vez mais acessível e humana", disse a secretária municipal de Educação, Darly Carvalho.
O encerramento do ciclo formativo foi marcado por uma atividade prática voltada à rotina dos alunos que frequentam o Centro de Paradesporto. Durante o período da manhã, os profissionais participaram de experiências com atletas de bocha paralímpica. A proposta foi ampliar o repertório dos participantes e fortalecer a compreensão sobre acessibilidade e inclusão para além da sala de aula.
No período da tarde, o ciclo contou com uma atividade online, na qual os cursistas responderam a perguntas sobre os aprendizados adquiridos ao longo de 2025. Durante o ano, foram realizadas 80 horas de formação, realizadas pela equipe do Serviço de Apoio Pedagógico Itinerante (SAPI) do Pró-Escolar, equipamento do DEEI.
A coordenadora do SAPI, Renata Agueda, explicou que as formações foram pensadas para dialogar diretamente com a prática dos profissionais de apoio. "A vivência no Centro de Paradesporto permite que eles compreendam, de forma concreta, como a acessibilidade transforma a participação das pessoas com deficiência. Essa experiência reflete diretamente no trabalho desenvolvido nas escolas", afirmou.
A proposta da vivência foi bem recebida pelos participantes. "Foi diferente. De início, achei que a modalidade fosse fácil olhando de fora, mas percebi que o peso da bolinha e a adaptação do movimento fazem toda a diferença. Durante o ano, eu aprendi bastante coisa com a formação", disse Lucimara de Oliveira, que atua na EM Profª Marlene Muniz Schmidt (Vila Moraes).
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