Palestra sobre Alzheimer reforça a importância do cuidado, informação e acolhimento aos idosos

Secretaria da Longevidade

Doença é a forma mais comum de demência

23 de setembro de 2026
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A Secretaria Municipal da Longevidade, em parceria com o Instituto Rita Miranda e o Fundo Social de Mogi das Cruzes, promoveu nesta quarta-feira (23/09) a palestra “Alzheimer: O Cuidado das Memórias que Ficam”.  Alzheimer é a forma mais comum de demência, infrequente antes dos 60 anos, e de prevalência ampliada com o avanço da idade.

O encontro aconteceu no Prédio II da Prefeitura e teve como objetivo aumentar o acesso à informação sobre a doença de Alzheimer, abordando aspectos relacionados ao cuidado, memória, acolhimento e a importância da rede de apoio para as pessoas idosas e seus familiares.

O evento lembrou o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, celebrado em 21 de setembro, importante data para conscientização sobre uma das principais causas de demência entre idosos. “Iniciativas como essa buscam ampliar o conhecimento da sociedade sobre a doença, fortalecer a rede de apoio e do cuidado e acolhimento às pessoas que vivem com Alzheimer e seus cuidadores”, afirma a secretária municipal da Longevidade, Camilla Taceli.

A palestra foi conduzida pela psicóloga clínica e especialista em Neuropsicologia, Rita Miranda, fundadora e principal profissional do Instituto Rita Miranda. “Cuidar melhor começa por entender melhor. Com conhecimento e informação, aprendemos a cuidar de pessoas idosas com mais segurança, confiança e humanidade”, explica.

A ação também reforçou a importância da solidariedade e do compromisso coletivo com o cuidado. Como parte da parceria, o Fundo Social de Mogi das Cruzes recebeu doações de alimentos, que serão destinados a uma instituição que realiza atendimento às pessoas idosas.

Em Mogi das Cruzes, a Secretaria Municipal da Longevidade promove ações voltadas à valorização do envelhecimento, à promoção da qualidade de vida e à proteção dos direitos da população idosa. “A data de 21 de setembro representa uma oportunidade para ampliar o debate sobre o Alzheimer e lembrar que cuidar também significa preservar histórias, respeitar trajetórias e valorizar as memórias que fazem parte da vida de cada pessoa”, completa Camilla.