Prevenção ao perído de chuvas: Piscinão do Parque Santana recebe melhorias
Secretaria de Serviços Urbanos e Zeladoria
Além da limpeza realizada no final de agosto, os trabalhos agora consistem na recomposição e reforço do talude


A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos e Zeladoria segue executando trabalhos de manutenção no piscinão do Parque Santana, em prevenção e preparação da cidade para mais um período de chuvas. Além da limpeza geral que já foi executada no espaço, as equipes cuidam agora de serviços de reparo e reforço nos taludes do entorno do equipamento, com o intuito de garantir a retenção devida das águas das chuvas.
Os trabalhos consistem na recomposição do revestimento do talude, com a execução de reparos necessários e também complementos para reforçar a estrutura, a partir da implantação de rachão, gabião e tela de aço soldado, seguidos pela aplicação de concreto usinado. Os serviços têm como foco os trechos mais críticos do talude e são fundamentais para garantir a estabilidade do piscinão.
O talude é a superfície inclinada que forma as margens de um piscinão. A inclinação é crucial para a estabilidade, evitando desmoronamentos e garantindo que o piscinão cumpra sua função de armazenar água de forma segura. Por isso, é de suma importância a manutenção dessa estrutura pertencente ao reservatório.
Recentemente, o piscinão do Parque Santana recebeu também serviços gerais de limpeza e desassoreamento do reservatório, com corte de mato, raspagem e remoção de eventuais sedimentos, além de desobstrução dos canais internos de drenagem do equipamento. O sistema de bombeamento também recebeu Esses serviços também são essenciais para garantir que o equipamento funcione devidamente e opere em sua capacidade máxima, o que é crucial nos período de chuvas.
O piscinão do Parque Santana tem capacidade para armazenar 90 milhões de litros de água, portanto serve como um grande regulador das águas das chuvas, reduzindo significativamente as possibilidades de enchentes, em especial na região central. Ele funciona como uma várzea artificial, retendo água quando os córregos e rios não dão conta de fazer o devido escoamento, liberando lentamente após o período de chuvas intensas. Isso remedia a sobrecarga no sistema de drenagem da cidade, que se dá quando há uma grande quantidade de chuva em um curto período de tempo.
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